domingo, 18 de janeiro de 2015

A INICIAÇÃO DE JESUS:




O trecho a seguir está no capítulo 12 do livro A Bíblia no 3º Milênio e explica como foi a iniciação de Jesus, marcando o início da sua jornada messiânica na Terra Prometida. Observem o significado espiritual de muitos símbolos que são mostrados e explicados ao longo da narrativa:


"Do templo essênio nas imediações do lago Mareotis, Jesus e um grande grupo de sacerdotes e iniciados de diversas partes do mundo, incluindo o pai de Jesus, partiram em direção a Gizé, para que fosse realizada a iniciação de Jesus na Grande Pirâmide, que na época era o maior catalizador de energias do plano espiritual de todo mundo. So­mente naquele local e após vários anos encarnado preparando todo o seu cérebro físico, seu sistema nervoso e seus chacras para tornar-se a voz do Cristo Planetário é que Jesus poderia receber através da Grande Pirâmide os ajustes finais em seu corpo espiritual mediante um grande fluxo energético que seria trabalhado no corpo astral do Messias, através dos maiores cientistas do sistema solar que vinham acompanhando Jesus, diretamente do astral, desde o início da sua descida angélica.


A cerimônia de iniciação do Messias, que ocorreu semanas antes que ele fosse batizado pelo seu primo João Batista, contou também com a presença dele, que receberia importantes instruções de como proceder durante o batismo nas águas, quando então definitivamente a consciência de Jesus estaria plenamente ajustada ao centro consciente do Cristo Planetário, fazendo com que o Messias se transformasse em Jesus Cristo.


No ano de 25, em uma noite daquele ano longínquo, Jesus, seu pai, seu primo, os 3 reis magos e alguns terapeutas e sacerdotes de diver­sas partes do mundo, montaram diversas tendas nas imediações da Grande Pirâmide de Gizé, chamada pelos gregos de Kéops. Cientistas no astral e os mentores daquelas nobres almas que ali dormiam, cuida­ram para que todos eles fossem desdobrados de forma plenamente consciente no astral, exatamente como ocorreria muitos anos depois com João Evangelistas durante a narrativa do Apocalipse. Outras pessoas, como a mãe de Jesus e sua esposa, além daqueles que futu­ramente seriam seus discípulos e apóstolos, foram também projetados conscientemente no astral e todos juntos tiveram a visão belíssima da Grande Pirâmide no plano espiritual.


Esses eventos ocorriam no astral próximo ao horário das 21 horas no plano material. A Grande Pirâmide de Gizé não possuía naquela época uma contrapartida astral, mas em verdade três pirâmides as­trais, muito maiores, com intensas luzes que se erguiam ao redor de onde estava localizada a pirâmide física. Essas três pirâmides resplan­deciam luz em todas as direções, uma tinha coloração predominante­mente branca, a outra uma coloração muito próxima dos tons mais claros do rosa, enquanto que a outra pirâmide astral era de um verde cristalino, semelhante à esmeralda.


Jesus e os espíritos ali projetados no plano espiritual de forma ple­namente consciente, foram levados até um local que ficava um pouco acima das 3 pirâmides e começaram então a vê-las de uma posição privilegiada, de cima. As três pirâmides começaram então a se sobre­por: as 3 bases quadradas ficaram sobrepostas e dispostas de tal forma, que formaram o símbolo da Estrela de Davi. A estrutura em forma de estrela começou a girar em sentido horário, gerando um gigantesco campo de força que se espalhou durante poucos minutos pelo mundo inteiro, para que em seguida descesse dos céus, como uma coluna de fogo brilhante, o pensamento projetado do Cristo Pla­netário exatamente sobre o centro da Estrela, que estava interligado ao ápice da pirâmide física.


Algumas pessoas que viviam nas cidades próximas e que sequer possuíam a vidência mediúnica muito desenvolvida enxergaram cla­ramente o fenômeno. Muitos pensaram que era o próprio Deus se manifestando, mas era importante que assim ocorresse, pois serviria como um sinal para a vinda do Messias ao Jordão, algo que foi refor­çado propositalmente por João Batista ao se referir a Jesus como o Messias que viria para batizar no fogo e no Espírito (Lucas 3:16)


Alguns espíritos amigos de Jesus que estavam desencarnados na­quela época, entre eles Hillel e Miguel, também estavam presentes naquele grande evento na pirâmide de Gizé. Jesus, projetado no plano espiritual, seguiu até o cume da pirâmide e ficou dentro daquele fluxo de energias, projetadas diretamente pelo Cristo Planetário e que se fusionavam a cada átomo do corpo físico e espiritual do Messias. Todos os amigos de Jesus estavam ao seu redor, no plano espiritual, formando um grande círculo que envolvia o Messias no ápice da pi­râmide, enquanto ele recebia aquela coluna luminosa de energia no seu ser. O círculo também envolvia a estrutura da Estrela de Davi que havia sido formada pela junção das 3 pirâmides astrais, formando a imagem de uma estrela dentro de um círculo para quem observasse de cima. Colunas de energia eram enviadas pelos Cristos dos seis mundos que Jesus havia permanecido durante sua descida angélica, os Cristos de Betelgeuse, Alcyone, Júpiter, Saturno e Vênus, juntamente com o Cristo Solar, enviaram fluxos energéticos que se estabeleceram indi­vidualmente nos seis triângulos que envolviam o hexágono e forma­vam o símbolo da Estrela de Davi, visto de cima pela junção das 3 pirâmides astrais.


Em cada um dos seis pontos que formava o hexágono, dentro da Estrela de Davi, se estabeleceram fluxos de energia enviados pelas 6 estrelas que compõe o Hexágono de Inverno: Capella, Aldebaran, Sírius, Rigel, Procyon e Pollux. Cada um dos futuros 12 apóstolos, que estavam presentes naquele evento, desdobrados no plano espiri­tual, receberam uma daquelas 12 energias, pois eles formariam a nível físico a Estrela de Davi que havia se formado com aquelas energias no plano espiritual e que envolveria Jesus até o final da sua missão mes­siânica, quando ele apareceu para João Evangelista e mostrou as ima­gens do Apocalipse.


Somente com tamanha carga de energia canalizada ao mesmo tempo foi possível estabelecer uma ligação tão ampla e consciente entre a consciência de Jesus e a vibração planetária mental do Cristo Terrestre. Após o final daquela cerimônia, todos retornaram aos seus corpos físicos, com a lembrança plena daqueles fantásticos eventos que tinham vivenciado.





Semanas depois, Jesus foi batizado nas águas do Jordão pelo seu primo João Batista (Mateus 3:11-17), que seria preso um ano e meio depois. Jesus, com então 28 anos, era apresen­tado como o Messias pelo mais respeitado sacerdote essênio daquela região de Qumran. A cerimônia foi rápida, durou apenas alguns mi­nutos, mas causou grande impressão nos judeus que presenciaram o fenômeno, em sua maioria ebionitas e zelotes, além de alguns tera­peutas e sacerdotes essênios.


Jesus durante o seu ministério ensinou que o homem deveria ser simples como as pombas e esperto (vigilante) como as serpentes (Ma­teus 10:16), Moisés durante o Êxodo colocou uma serpente de bronze em uma haste para que curasse todo o hebreu picado por co­bras no deserto (Números 21:8-9), essa que aliás é a primeira repre­sentação do bastão de Asclépio na Bíblia e até hoje é símbolo da me­dicina.


A serpente figurativamente representa o intelecto, associada ao livre arbítrio, ao poder de escolha e naturalmente devido ao atraso evolu­tivo da humanidade, muito longe de agir o tempo todo em consonân­cia com os desígnios do seu Espírito interior, naturalmente acaba por utilizar o intelecto muito mais pra contrariar os mandamentos divinos do que para cumpri-los, é justamente dessa natureza ainda imperfeita do intelecto que a Gênesis se refere ao representar o intelecto e o seu livre arbítrio como uma serpente. A serpente se elevando aos céus através da haste representa a cura, pois representa o intelecto se ele­vando a níveis superiores, mais próximos do Espírito, essa é a esper­teza e vigilância a qual Jesus se refere, utilizar bem o intelecto, o asso­ciando a vontade do Espírito. No corpo espiritual de cada pessoa a serpente ou o intelecto, a ener­gia que existe fluindo no campo mental energético de cada ser hu­mano, flui na forma de um fluxo energético que se eleva de forma sinuosa através da coluna e suas 33 vértebras renovando constante­mente as energias existentes nos 7 principais centros de força ou cha­cras do corpo humano. Por esse motivo o número 40 (33+7) é associ­ado na Bíblia a depuração, a purificação, como no caso dos 40 dias que Jesus jejuou, Moisés permaneceu no monte 40 dias para receber os mandamentos, as águas do dilúvio na época de Noé caíram por 40 dias, além de inúmeros outros exemplos nas Escrituras.


Esse fluxo é muito semelhante à figura de uma serpente se elevando através de uma haste, ou seja, quando as energias vitais do ser humano se elevam mais aos centros de força ligados ao coração e a cabeça ao invés de estacionarem nos chacras mais inferiores, característica essa das pessoas que canalizam muito mais sua energia para a sexualidade desregrada do que pra criações e ações mais elevadas. Quando isso acontece, a serpente se assemelha a uma serpente primitiva, que vive nos planos mais baixos do astral tal qual a lenda da mitológica Apep/Apophis, aprisionada sem conseguir se elevar. É dessa primitiva serpente que João Evangelista fala no Apocalipse. Portanto, a serpente não representa nada negativo na Bíblia, segundo nos ensina Jesus, Moisés e a Gênesis. Só existe manifestação negativa quando associada ao primitivismo, ou seja, quando descrita como primitivaserpente, o intelecto refém dos instintos mais inferiores, exatamente como des­crito no Apocalipse.


Durante o batismo no Jordão, João Batista viu claramente um fluxo energético percorrendo o corpo espiritual de Jesus, brilhante e com a cor dourada ao mesmo tempo em que na forma se assemelhava a uma serpente de fogo. João então levantou sua mão esquerda até o céu e com a mão direita, imergiu Jesus, com o polegar sobre a testa de Je­sus. Nesse momento, João Batista viu no plano espiritual uma serpente brilhante descendo do céu, com o brilho de um azul cintilante e a forma da energia que a envolvia semelhante à água líquida. Essa ser­pente azul se uniu a serpente de fogo dourado que estava envolta da coluna de Jesus e suas cabeças se encontraram alguns metros acima da cabeça de Jesus. Quando o Messias emergiu, aquele encontro energé­tico das cabeças das duas serpentes, que selava em definitivo a cone­xão espiritual de Jesus com o Cristo Planetário, materializou momen­taneamente sobre a cabeça de Jesus uma pomba branca, com asas brilhantes, causando espanto aos espectadores daquele acontecimento.





Aquele era o símbolo da iniciação, de um mensageiro das mais altas esferas celestes, era o símbolo do caduceu, duas serpentes elevando-se sobre uma haste até o topo, com duas asas de pássaro, não foi à toa que Jesus falou da simplicidade dos pombos e da esperteza das ser­pentes.


Depois de terminada a cerimônia, Jesus seguiu com André e João Evangelista de barco até o vilarejo de Caná, na Galiléia, aonde realiza­ria a oficialização de seu enlace com Maria de Magdala, seguindo as tradições judaicas, mediante uma grande festa que após o seu batizado por João Batista serviria para apresentá-lo ao povo da Galiléia como o Messias. Foi nesta festa grandiosa que Jesus realizou o seu primeiro milagre em público, quando transformou água em vinho (João 2:1-11). Uma pintura do artista Paolo Veronese, que atualmente está ex­posta no museu do Louvre, da uma idéia da grandiosidade da festa, na própria passagem bíblica é dito que Jesus transformou em vinho algo entorno de 500 litros de água. "


E assim aconteceu, não em todos os detalhes, a iniciação de Jesus....




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